" Mas ela gosta de colecionar segredos. Coisas grandes, que ela guarda dentro de uma caixinha. É doce, doce, extremamente doce, tão doce. E ela fica ali, mastigando alegrias. "
( Caio Fernando Abreu )

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Achado não é roubado!


Às vezes é bom chegar em algum lugar um pouco atrasado, tive a impressão de que ao dobrar na esquina, alguém meu esperava, e não é que realmente estavam à minha espera?! uma graciosa cadelinha perdida pela praça. Estava junto à três homens que estavam sentados conversando, no início, achei que um deles era o dono, quando perguntei a raça eles me disseram que eu poderia levá-la pois estava sem dono. Na mesma hora me engracei com a 'pecinha', mas hesitei em levá-la... lá em casa já tinha dois, não iam querer mais um, foi aí que lembrei da casa do meu noivo, é um lugar espaçoso, dá muito bem pra ela ter uma vida de cadelinha selvagem hehehe... levei!!



Amo cães e parece que meu colega Henrique também... assim que levei para o colégio, ele não queria mais soltar a filhote, como ele estivesse chorando, tratou de providenciar leite, mas a escola não concedeu [normas da diretora], mas ainda assim ele e minha colega me ajudaram a levar a cachorrinha para casa do meu noivo. Até hoje ninguém se manifestou quanto ao sumiço da bichinha. Ela é tão bonitinha, tem olhinhos azuis e pêlo bem macio, dizem que é vira-lata hehehe... mas ainda assim me apaixonei!! 



Não vejo a hora de ensinar alguns truques à ela... olha só!

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

O que não fazemos por uma nota boa!! #mico


Depois de suar, se desentender, se sacrificar, ser usado como bode expiatório, ficar até mais tarde depois da aula e sofrer pressão psicológica, conseguimos apresentar o trabalho que exigia muita, muita... mas muita criatividade. Não saiu com acabamentos profissionais, mas deu para dar boas gargalhadas e receber uma nota satisfatória.

Queridos coleguinhas de classe, hehehe... peço desculpas por não ter registrado a apresentação de todos, houve muitas falhas da minha parte, inclusive de memória rsrsrs...

Olhem os vídeos...

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A apresentação da minha equipe foi um teatro com fantoches, explicando o ciclo da água. Ilma é o bonequinho pequeno (nezin), eu sou os bonecos Luiza, Mané (pai de Nezin) e chuvisco (a gotinha); Adriana faz as nuvens fofinha e nimbo e Cláudia é o sol. Aquela gargalhada de Adriana com a nuvem nimbo não deu pra assustar, mas foi "sobrenatural", como ela mesma diz

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Aqui já foi o finalzinho da apresentação dos nossos colegas de classe, digo a voces, foi hilário!! Mas valeu a pena, ao menos entendemos o ciclo do oxigênio! Mas o que eu achei ruim nessa apresentação e aliás posso falar sem medo de rolar fofoca, afinal tenho que dar minha opinião... PELO AMOR DE DEUS HENRIQUE!!! a cor do seu vestido não realçou suas curvas, kkkkkkkkk!!.

Até mais!! °/*

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Feijão escovado... niver de Deise

Nem deu para tirar tantas fotos assim, meu celular estava descarregando, mas deu para fazer uma pequena filmagem do momento do parabéns, e que momento, até hino do Bahia teve. Como minha vó falava, a aniversariante "comeu na panela", pois choveu, parecia até que São Pedro estava de pirraça, pense numa chuva fininha, mas ainda assim rolou até geladinho. O feijão estava uma delícia e boa parte dos colegas de curso estavam lá; coitado do namorado da "bichinha", sofreu uma pressão psicológica por parte de Ilma, parecia até entrevista de pedido de namoro, acho que nem o pai dela faria o que Ilma fez, kkkkkkk!

O que mais me chamou atenção, nesse almoço, foi a quantidade de pratos que Luís Henrique comeu, acho que foram quatro e pra saideira, ele e Lourival apostaram quem comia mais rápido no mesmo prato [que deselegância! rsrs]. Depois de digerido o manjar, veio as tempestades, Adriana e Diego se arranhando numa calorosa conversa [que bafafá], foi hilário! claro que eu também ajudei, óbvio, tenho que colocar minhas opiniões na mesa também. No mais, foi só zoação, tudo terminou bem e cada um foi pra sua casa de "barriga forrada", pra quê melhor??

Olhem as pérolas...

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Hora do Parabéns (a vela foi um pedaço de papel)


Diego e Lourival

Fábio [zóio] e Diego

Henrique e Lourival apostando no mesmo prato

Acho que aí foi o terceiro prato [perdi a conta!]

aqui que foi o quarto prato


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Agora é pra valer! torneio estudantil POLI X CEEP

Bem amigos da rede Globo! 
Vim aqui narrar o torneio estudantil do Polivalente em Candeias... onde há rivalidades entre os estudantes do Poli e do Ceep...

Hahaha!! só zueira mesmo...

Na verdade eu não menti, vim falar um pouquinho do que eu vi; eu não disse que viria? pois é! aconteceu algo sobre natural mesmo, rsrsrs... mas nada que assuste. Só assisti a final do campeonato, estava laaaaá na sala com meu grupo de trabalho, dentro do imenso colégio que por sinal vazio, pois... óbvio! todos estavam no campo torcendo, curtindo e gritando e eu gritando dentro de mim: -"Me tirem daqui, eu quero ver o jogooo!! Bom, não foi tão ruim assim, apesar das picuinhas, adiantamos muita coisa.

Quando cheguei, me joguei logo na grama e fiz igual aos romeiros, cubri a cabeça com pano, haha!! Cheguei meio sem graça né?! no fim do jogo... perdi muitos lances, mas não foi só eu, a professora Luiza também foi se chegando sem muita intimidade... de cantinho, mas quando ela viu 1 falta, duas faltas, três faltas... quatro, na quinta ela descruzou os braços e largou: -" QUE Pxxxx é essa?? que juiz ladrããão!!!

Rapaz!! nossos queixos caíram [= o] mas... tudo bem... relevamos (ser humano, hehehe...), também foi uma PxTx de uma sacanagem, o juiz não marcou nenhuma das faltas! foi aí que comecei a esculhambar também, as meninas se revoltaram, discutiram com o 'dito' juiz e a torcida acabou levando cartão vermelho kkkkkkk! Adriana coitada, gritava que nem uma condenada, ouvi um comentário engraçado: "Pow, do jeito que fulano joga, é bem melhor Adriana entrar no jogo!! (a guria ficou cheia de gosto!). Só aquietamos quando Diego marcou o gol depois de uma bicicleta dada por marcos (e que bicicleta!!).

Depois de tanto vai e vem, os meninos do Poli marcaram um gol, que droga! empatou, foi aí que começou a rivalidade de torcida, é vuvuzela pra lá e gritaria pra cá. Terminou decidindo o jogo nos pênaltis e..... perdemos [aff.. ¬¬°] e eu disse tanto! deixa que Diego e Marcos chute, mas nããão! pitaco de mulher nun tem vez! Foi isso aí!! Em compensação os meninos do Poli só levaram um troféu, porque os outros, foram nossos ( melhor artilheiro, melhor, goleiro etc, etc...). é, valeu a pena, vamos confessar os meninos do Poli jogavam mais tempo que os do curso; mas haverá revanche e com certeza eles estarão mais preparados.

E o placar ficou assim:


CEEP 6 x 0 Verdnolandia cidade
CEEP 1 x1 Versátil novos garotos
penalidades (1) x (2)

CAMPEÃO - Versátil New Old Boys
VICE CAMPEÃO - CEEP

E depois de tudo isso, vem a fome né? aí sim!! =] FEIJOADAAAAA!! foi massa!
Desfrutem das fotos e do vídeo! 
OBS: Valeu zoio (Fábio Lins)!! @@ roubei suas fotos do orkut!! (isso é uma divulgação de autoria)

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Débora acabou levando cartão vermelho.
Concentração da equipe
Diego e Lourival só no feijão
Equipe Ceep
Concentração
Torcida bagunceira (tinha mais gente, mas só nós ficamos no sol)
Sintam-se a vontade para comentar!!


Ate a próxima!! =*

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Depois da aula...


Os futuros técnicos em mecânica industrial, não pensam só em contas, polegadas, e peças a medir. Nós também temos momentos de lazer e filação de aulas... Depois de um bom bate-papo sobre mutação, lei de Darwin, experimentos científicos e alguns bate- boca sobre religião, minha sala foi relaxar no campinho atrás do colégio. Não é lá aqueeela coisa, mas é o que tem, e serviu. O dia nublado não atrapalhou, pelo contrário, ajudou, pois fez com que depois do jogo, os "craques" não tivessem problemas com transpiração =P [eeeca!!].

Treino do torneio

E pra completar, as meninas também caíram na gandaia e mostraram que não só de homem vive a bola, mas de toda perna competente para a habilidade hehehe... Pois é... elas foram e não envergonharam nossa espécie. Deisiane, levou uma 'bombinha' no rosto, mas acho que "a cara dela não ardeu" rsrs... [sem ofensas] e ela voltou e ainda fez um gol, ou dois... não me lembro. Engraçado foi Adriana correndo e roubando a bola dos meninos; sem contar no chapéu que Ilma deu na equipe adversária. Tudo pra Felipe era motivo de parar o jogo sem falar que ele não passava a bola, preferia fazer malabarismos.

Treino do torneio



Dei muitas gargalhadas nesse jogo, principalmente nas coreografias de comemoração do gol; como não sei jogar, fiquei de observação obrigatória no banco, não esquecendo de Dásia que serviu de torcida também [pra quem não sei], então só restou registrar o "evento". Na verdade foi um treino para o torneio de amanhã, Curso técnico versus Ensino Médio, amanhã os tombos, boladas, frangos, faltas, e gritos serão maiores e com mais intensidade. Se acontecer algo sobrenatural, com certeza postarei, ok?! 

Diego, Luiz e Ilma

Até a próxima!! =*


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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

E as virgi toda fugissi...


Ai se sesse...

Se um dia nóis se gostasse
Se um dia nóis se queresse
Se nóis dois se empareasse
Se juntim nóis dois vivesse
Se juntim nóis dois morasse
Se juntim nóis dois drumisse
Se juntim nóis dois morresse
Se pro céu nóis assubisse
Mas porém acontecesse 
De São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse
Te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tú cum eu insistisse
Pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nóis dois ficasse
Tarvês que nóis dois caísse
E o céu furado arriassi
E as virgi toda fugissi.


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Uma poesia em cordel do poeta Zé da Luz e adaptado pelo cordel do fogo encantado. Como todos ou boa parte de quem conhece a poesia sabe; disseram ao poeta que para falar de amor era necessário um português correto e foi aí que ele mostrou o contrário e escreveu essa linda história. A primeira vez que vi essa poesia me apaixonei, uma professora recitou tão bem, com tanta interpretação que fiquei fascinada, até melhor que o vocalista do "fogo encantado".


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Não confunda paixão com amor

Paixão.
Uma palavra muito bonita e atraente, em alguns casos é confundida com amor, achamos que estamos realmente vivendo o amor ideal, ao extremo e que nada vai apagar aquela chama que arde em nosso peito. Dizemos e fazemos coisas que nunca sonhávamos fazer. Enxergamos as qualidades da pessoa com lente de aumento e consideramos os defeitos dela irrelevantes; já passei por isso, acho que todos nós já tivemos uma paixão de adolescência, não é verdade?

Já ouvi muitas histórias em que considerei realmente que a pessoa que me contava, estava sob efeito de feitiço, por fazerem tantas bobagens. Mas hoje conversando com uma vítima desse sútil sentimento, ela me contou que o sentimento era tão suave e envolvente que realmente parecia um amor, só que impossível de consumar.
Vejamos:

Tinha terminado meu relacionamento há 1 mês e meio e o conheci através de amigos, eu e meus amigos tínhamos o objetivo de produzir um evento de faculdade e nós queríamos participar de cada setor do evento como: palestras, música, divulgação... e do nada um amigo indicou essa pessoa para nos ajudar, falei com ele por telefone e coincidentemente nossos nomes eram parecidos. Ele me tratou super bem, com simpatia. Nos encontramos e marcamos uma reunião para organizar o evento, a partir daí trocamos telefone para estarmos em contato, até mesmo para ficar a par do andamento das coisas. Nossa amizade cresceu e começamos a conversar sobre outros assuntos, ele toca violão e tem os mesmos gostos musicais que eu, além do que eu sempre quis aprender a tocar violão também; nós éramos muito extrovertidos e ele gostava de minha companhia por isso, dávamos boas gargalhadas juntos, todo lugar que ele queria ir, ele e convidava, quando não podia ir, ele fazia questão de dizer que me pegava e ao final do evento me deixaria na porta de minha casa sã e salva! rsrsrs [nossos amigos tinham motos, o único de carro era ele]. Como na época eu estava carente pelo fim do meu namoro, compartilhei minha experiência, ao passo que ele sempre me dava conselhos e nesses embalos fui me sentindo confortada; me ligava todos os dias, perguntando como eu estava, quando dizia que não estava muito bem, ele tocava e cantava pra mim pelo telefone.

O sentimento dentro de mim ia crescendo, mas nunca deixei transparecer. Descobri que ele tinha namorada, mas não me abalou muito, apesar de ele me falar que a amava muito e que nunca iria traí-la. Eu nunca quis isso e não me sentia no direito de atrapalhar o namoro dele, pois achava bonito o respeito que ele tinha com ela e prometi a Deus que se fosse para ficar com ele, queria por completo, queria que o respeito que ele tinha com ela, tivesse comigo. Nunca aceitei o fato de ser segunda opção.

O tempo foi passando e nosso sentimento crescendo, sem nenhum dos dois deixar que ambos percebessem, ele me ligava e recitava músicas. Nos encontrávamos para falar do evento da faculdade e ele me perguntava se eu tinha interesse em alguém do meu curso, respondia que não, porque queria uma pessoa em que nos déssemos bem em tudo, que acima de tudo fossemos amigos em sintonia; ele me dizia: " é um desperdício você estar só, esqueça o passado! você é a mulher que todo homem sonha ter do lado! aliás: porque você chegou atrasada?? e eu respondia:" você que foi adiantado demais!

Ate que um dia ele me ligou e perguntou se o que ele estava sentindo era o mesmo que eu, eu disse que sim e ele me disse que queria ouvir de minha boca. Eu hesitei um pouco em falar, mas acabei confessando tudo e deixei bem claro que sempre me esforcei em não demonstrar, pois era algo que estava lutando para que não crescesse  e se eu tivesse falado antes, seria como que alimentar o desejo  e também pelo fato de que não queria que ele me visse como uma tentação de trair a namorada dele. Disse que amava ele, mas sabia o meu lugar, e não queria ser tratada como uma qualquer nem perder a amizade dele. E recitei pra ele a música de Lulu Santos Clique aqui . Desse dia em diante nossas ligações ficaram mais frequentes, nossas conversas mais demoradas, nossas justificativas mais longas,     nossas músicas mias envolventes, nosso respeito maior. Um dia em uma palestra sobre planejamento, vi um papelzinho cair em meu bloco de anotações quando olhei, ele fez gesto para que eu abrisse, ao abrir o pedaço de papel, tinha escrito: 'casa comigo? e um espaço escrito em baixo: resposta do sim.

Nós falávamos de amor... só de amor. Nas palavras não havia impedimentos em nossos sentimentos, uma vez ele me pediu que eu recitasse uma música que retratasse meu sentimento por ele e eu cantei pelo telefone a música de Sandy e Júnior Ouça clicando aqui , foi a primeira vez que realmente senti seus pilares se abalarem, tanto que ele pediu que eu parasse de cantar e falou: "você me derrubou... eu amo essa música e vou pegar o acorde dela. Senti pela sua respiração ao telefone que mexeu muito com ele, principalmente com as verdades que ele acreditava. À noite eu liguei e ele me disse que cantou a música a noite toda e mais uma vez ele me questionou porque eu cheguei tarde.

Até que um dia ele me ligou e disse que não queria mais falar comigo porque estava ocupando um lugar em meu coração que não poderia exercer e que também estava passando o dever de sua namorada para mim, pois as conversas sobre o dia dele eram comigo, as músicas, as opiniões que ela tinha que dar, eu que dava... enfim, disse que encontrar a namorada dele estava ficando massante

Não durou muito tempo esse intervalo, ele me chamou pra sairmos para colocarmos os pingos nos i's,aceitei e fomos a lugar com pouco movimento e conversamos. Nunca e em nenhum momento houve desrespeito entre nós, nem risco ou insinuações de beijo, nos curávamos através de abraços como se fossemos amigos de infância e recitei um trecho da música de Pitty Ouça clique aqui e dissequem nem tudo poderia se realizar nesta música. 
Fizemos o evento e foi ótimo, não deixamos nada transparecer.Depois de um tempo, houve um evento que eu iria trabalhar e ele foi com a namorada, eu e ela nos dávamos muito bem, mas aquilo estava ficando pesado demais pra mim, três meses de paixão compreensiva. Foi aí que do nada me deu um mal-estar e fui ao banheiro, comecei a chorara compulsivamente sozinha lembrando dos momentos juntos e lastimando não poder dar continuidade aos sentimentos. Me ajoelhei e pedi de todo coração a Deus que se esse sentimento não fosse d'ele que afastasse de mim, por mais que eu sofresse, pedi que me desse um sinal, e mais nada!

Me controlei, lavei meu rosto e saí, quando acabei de sair, ouvi aplausos e gritaria, corri para ver, pensando que era algum tipo de teatro, quando cheguei lá, tomei um susto. Ele tinha acabado de pedir a namorada em casamento. Um punhal atravessou meu coração, senti uma tristeza e e uma raiva profunda dele, me senti um lixo, mas tive que sorri e parabenizar o casal para que ninguém percebesse minha reação,ainda por cima me pediram para tirar fotos para registrar o momento.

Não chorei mais. Tinha me lembrado do pedido que fiz a Deus [ele foi rápido! rsrs] ele viu meu sofrimento. Depois de 8 meses ele me enviou o convite do casamento, não fui, estou namorando há 3 meses e não quis me arriscar a voltar a sentir tudo de novo. Não tivemos mais contato e nem quero. Só restou lembranças, fotos, conversas em msn, mensagens em celular e as músicas que recitamos toda vez que ouço lembro com carinho daqueles tempos de ilusão.

Vivi intensamente cada momento, chegou do nada, bagunçou todo meu coração e saiu com um furacão. Só me restou catar os cacos, arrumar o que ficou revirado e procurar alguém que me complete por inteiro e que eu possa dizer: "chegamos no momento certo, nem atrasada e nem adiantado"

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Meu môre em destaque!

Domingão quente e tranquilo.

Em pleno dia dos pais e eu perdidona nessas 24 horas deste dia tão especial. Meu pai faleceu quando tinha 6 anos de idade. Quer saber?? já não me dói tanto quanto as pessoas que vejo por aí, não que não seja importante, mas o tempo me ajudou a aceitar as perdas, ao menos o tempo em que estava comigo, não traz lembranças ruins, pelo contrário, me recordo de cada participação ativa dele em minha vida.

Ele e os presentes
Bom, mas não vim falar disso, até porque, no dia 14 de Agosto, não comemorou só o dia dos pais. Foi comemorado também o aniversário da Cidade de Candeias e o aniversário do meu môre. Fomos à missa [claro!] e depois fomos almoçar com minha família... haha! feijão de mocotó!! uhhul! [pesadaço!]

E aproveitei também e presenteei meu môre com um agradozinho. Rapaz! foi um suplício para confeccionar o presente dele, não foi nada de extraordinário, mas deu trabalho; corre aqui, corre ali, mas consegui montar. Não foi beeeem isso que eu queria mas, foi o que consegui achar.

Flamenguista nato, já sabe né?! tive que comprar cesta vermelha, papel celofane vermelho, fita vermelha, toalha vermelha, óleo perfumado vermelho, sabonete com embalagem vermelha e etc, etc, etc... Mas já disse, nosso guri vai ser corintiano!! \°/

Enquanto isso não acontece, temos um relacionamento bem harmonioso, mas daqui até lá eu o convenço a "virar a folha" hehe... [será?] =\

Visualização ruim mas dá pra ver


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Vulto no mato!! Corre!!




Quando minha mãe chegou em casa a primeira coisa que me mostrou toda sorridente foi este vídeo, confesso que fiquei com medo, mas também me passou pela cabeça que poderia ser algum tipo de montagem. Voces já devem ter visto afinal foi um dos mais procurados no Youtube e também já faz um tempinho.
 Dá uma olhada...

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Ainda pesquisei e vi que não se tratava de montagem, foi verídico! Só penso que poderia ser um curupira... sei lá! Deus é mais me bater com um desses, mas no mundo que estamos não duvido de mais nada.

Mas o que eu mais ri foi a sátira que outras pessoas fizeram do vídeo original, ficou muito engraçado...
Olha só...

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Enfim... não me chamem para testemunha =]

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Sombrinha misteriosa

Adriana, eu e Val (dona imaginária da sombrinha)
Este é o primeiro post do meu novo blog, e com isso quero contar um mico que paguei, tentando fazer uma boa ação.

Estava eu e uma colega de classe dentro do ônibus escolar para ir ao curso, à nossa frente estavam sentadas duas meninas da mesma instituição, mas de curso diferente. Quando o ônibus chegou ao destino levantamos para descer, e foi aí que minha colega percebeu que alguém tinha esquecido uma sombrinha de cabo grande no cantinho da cadeira, pensamos logo que poderia ser da menina da outra sala, que estava sentada à nossa frente, então ela me pediu para que eu levasse para entregar, pois ela estava com a sombrinha dela e o caderno [estava chovendo].

Então antes que entrássemos na escola, fomos à lanchonete para tomarmos café, o que é de costume, aproveitei e usei a sombrinha, claro. Quando voltamos, fomos direto à sala da menina que achávamos que seria a dona do objeto. Logo quando chegamos, no corredor estavam duas meninas estudantes do ensino médio na porta da sala e perceberam a nossa movimentação.

Fomos à sala e chamamos a menina e dissemos que ela esqueceu a 'bendita' no "buzú", e ela prontamente disse que não era dela. Então eu disse: -Se não tem dona, é minha! e saímos, no que saímos a menina que estava no corredor me chamou e disse: Ô fia, me dê?! Eu não pensei duas vezes e entreguei a sombrinha à ela, ela ficou toda feliz, mas minha colega começou a bradar: Não era pra você dar! fui eu que achei! Você é lerda! tá doida! Se você não queria porque não me deu? Na minha casa só tem uma  e blablablá!

Eu, na verdade nem sei como aconteceu aquilo... foi tão rápido o pedido que não hesitei e depois dei boas risadas, pois não tive a malícia de levar aquilo pra casa (sem ofensas, mas acho muito feio rsrsrs...). Mas como se não bastasse minha colega não parava de reclamar e dizer o quanto eu era lerrrda!! E com isso eu fui acreditando realmente no que ela dizia e me achando a maior idiota da cidade.

Então eu disse: -Vamos fazer o seguinte, quando nossa outra colega chegar, nós explicamos o que aconteceu e chamamos a menina e diremos que a sombrinha é dela! E foi o que fizemos; assim que nossa colega chegou, fomos na sala da "boca de se me dão" (apelido gentilmente cedido pela descobridora da sombrinha) e a procuramos, mas ela não estava e a achamos no pátio. Chamei ela e disse: -Ô sinhá menina, me devolva a sombrinha, porque a dona está pedindo. E minha colega confirmou sacudindo a cabeça. E ela falou: -Mas a  sombrinha realmente é minha! Eu vim no ônibus acolchoado e esqueci lá!

Quando vi que realmente fui desmascarada, puxei minhas duas colegas e disse: - Ah tá! Desculpaí viu! era tudo mentira! e saí rindo com a cara mais lavada do mundo (nem olhei pra trás). Demos boas risadas na sala e disse a minha colega: - Tá satisfeita agora, que tá vendo minha cara vermelha??!!


Moral da história? Mentira tem perna curta, quem procura acha, não permita que te influenciem... e por aí vai!


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